Monitoramento de fauna
Entre os diversos programas ambientais que estão sendo executados durantes a implantação da PCH Canhadão destaca-se o de monitoramento de fauna, este consiste na realização de campanhas de vistoria nas áreas de mata nativas e corpos hídricos próximos aos locais de obras para verificar se estas estão interferindo na dinâmica da fauna local.
![]() |
| Ramphastos dicolorus (tucano-do-bico-verde) identificado durante as campanhas de monitoramento de fauna da PCH Canhadão |
Para tanto, trimestralmente, biólogos especialistas percorrem estas matas nativas e corpos hídricos verificando quais e quantas espécies estão habitando a região, com esses dados é possível definir indicadores ambientais, os quais permitem a realização de prognósticos, comparações e adoções de medidas de manejo de cunho conservacionista.
![]() |
| Hypsiboas leptolineatus (perereca-listrada) identificada durante campanhas de monitoramento de fauna da PCH Canhadão |
Para identificar as espécies são utilizadas várias técnicas, além da própria visualização, para peixes, por exemplo, são utilizados, redes de coleta, sendo que estes são soltos novamente no rio após identificação, para aves, sapos e rãs uma das técnicas empregadas é a da vocalização, que consiste em ouvir o som que estes animais produzem para identifica-los, além disso são verificadas fezes, ovos, ninhos, pegadas, tocas, ou qualquer outro indicio que possa identificar a existência de espécies locais.
![]() |
| Salvator merianae (lagarto-teiú) identificado durante as campanhas de monitoramento fauna da PCH Canhadão |
Outra forma de coletas de informações são as chamadas armadilhas fotográficas, estas consistem em câmeras fotográficas, instaladas de forma camuflada na mata nativa, que possuem um sensor, assim que um animal passa a sua frente é registrada uma fotografia, como no exemplo abaixo, onde foi identificado um graxaim.
![]() |
| Cerdocyon thous (graxaim) identificado durante as campanhas de monitoramento de fauna da PCH Canhadão através de armadilha fotográfica |
Com os dados obtidos até o momento os biólogos responsáveis pelas análises concluíram que "os elementos faunísticos tem se mantido constantes ou mesmo aumentando em número de registros" indicando que as obras da PCH Canhadão não estão interferindo junto a fauna local. Além disso, os biólogos destacam que, mesmo antes do início das obras da PCH Canhadão, a região de Mangueirinha já estava muito antropizada, com mais de 80% de suas terras destinadas a agropecuária, ou seja, a região já estava muito impactada.
![]() |
| Dipelphis albiventris (gamba-de-orelha-branca) identificado durante as campanhas de monitoramento de fauna da PCH Canhadão |
Deseja saber mais sobre a PCH Canhadão, por favor, escreva para contato@forteamb.com.br.























